Tráfico de diamantes, fraude fiscal e falsificação de assinaturas e de documentos na Universidade Independente (UNI), em Lisboa, estão a ser ...
terça-feira, fevereiro 27, 2007
Tráficos: da Moderna à Independente
Notícia em todos os órgãos de informação (esta é do CM):
Suspeitas de fraude fiscal e tráfico de diamantes
Tráfico de diamantes, fraude fiscal e falsificação de assinaturas e de documentos na Universidade Independente (UNI), em Lisboa, estão a ser ...
Tráfico de diamantes, fraude fiscal e falsificação de assinaturas e de documentos na Universidade Independente (UNI), em Lisboa, estão a ser ...
Comentário: Lembro-me bem da Universidade Moderna: além do tráfico de influências, que era o menos, ele era tráfico de armas. De diamantes. Até de mulheres. Ligações perigosíssimas de um autêntico polvo estendendo os seus tentáculos que incluiam desvios de verbas e lavagem de dinheiro...
Pensei que toda aquela gente envolvida no processo iria apodrecer na prisão. Depois de tanto barulho, de tanta página de jornal, de tanta agitação política, houve um único condenado por... um mero desvio de verbas no valor de uns milhares de contos. Coisa pouca para tanto barulho.
Será este o episódio 2?
quarta-feira, fevereiro 21, 2007
Folha Branca
É a mais aterradora perspectiva para quem tem de escrever: a folha branca.
Continua branca...
E branca vai ficando...
Fica mesmo... Até logo
sábado, fevereiro 17, 2007
Músicas
Boas notícias
. Novo Radiohead a 6 de Agosto
. Nick Cave e os incontornáveis Bad Seeds preparam novo álbum edição prevista para este ano
. Smashing Pumpkins regressam duas vezes: à música e aos concertos. Com passagem por Portugal a 9 de Junho
Saudades da Censura
. Anuncia-se regresso de Julio Iglésias a Portugal
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
Terra dos sonhos
Ao ensurdecedor barulho do Carnaval, respondo com o som de uma velha "amiga". É mais calmo e de melhor gosto.
Bom fim de semana, na "terra dos sonhos".
Anna Domino - Land of My Dreams
Bom fim de semana, na "terra dos sonhos".
Anna Domino - Land of My Dreams
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
Geração supermercado
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
Obra(s) prima(s)

Conta-se no Y do Público (link para assinantes) a história de David McComb, da sua morte, em 99, da reedição das obras primas dos australianos Triffids de que foi mentor. "In the Pines" e "Calenture" regressam ao mercado. Com extras. Ainda bem.
Cachas? Só no You Tube
Notícia: YouTube: Leonor Beleza apela ao «não» e dá a cara num vídeo colocado no YouTube e no «site» de Marcelo Rebelo de Sousa... (Portugal Diário, 08/02/2007)
Pergunta: Estaremos a ser ultrapassados? Porque escolhe uma figura pública aquele formato para divulgar uma posição? Porque sai integral, sem tratamento editorial? Qual o papel que fica reservado ao jornalista? Será preocupação demasiada e sem sentido?
Penso que o futuro passa por este tipo de formatos onde não existe moderção do jornalista. É certo que Leonor Beleza socorreu-se do site de Rebelo de Sousa sabendo que é muito visitado.
Mas, sem a divulgação dos órgãos de informação, saber-se-ia algo da mensagem de Beleza?
Que acham disto?
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
INEM empata
"Chovem" histórias sobre a ineficácia do INEM e decisões duvidosas, abstrusas, que têm posto em causa a vida de pessoas.
Só não há quem as conte. As denuncie. Com coragem.
Andamos a morrer às mãos da contenção de despesas do 112!
Só não há quem as conte. As denuncie. Com coragem.
Andamos a morrer às mãos da contenção de despesas do 112!
terça-feira, fevereiro 06, 2007
Ferida de morte
Apito dourado por cá.
Trapacices italianas.Morte do polícia na Sicília. Campeonatos suspensos.
Caso Mateus.
Empresários exploradores, em busca de fortuna à custa de talento alheio.
Falta de púlbico nos milionários e ultra-confortáveis estádios do Euro.
Violentaram tanto o futebol, que este se encontra ferido de morte.
Grandes abortos
Caminhada final para o segundo referendo à despenalização do aborto. A panóplia de argumentos chega tão fundo e roça tantas vezes o disparate de um lado e outro, que já não consigo ouvir sequer uma palavra.
Ainda há vozes a considerar positivo o referendo por trazer esclacimento e diversidade de pontos de vista sobre uma matéria "fracturante" na sociedade portuguesa.
Para mim, já só existe poluição.
sexta-feira, fevereiro 02, 2007
Documentários sobre o Alentejo
Dois documentários dos jornalistas José Coimbra e Tiago Guimarães que passam na FNAC do Fórum Almada. Pode parecer-vos que digo Plutão, no texto, mas não é verdade. É mesmo Platão. Em directo tudo pode acontecer.
Emissões experimentais no Largo

Está em fase de experimentação o podcast do Largo dos Almendres. Em breve além dos textos, teremos também som. Deixo-vos apenas um pequeno exemplo:
Em breve poderemos ouvir alguns dos sons que, por variadíssimas razões, não entram nas notícias. Pequenas peças e tudo o que entretanto me vier à cabeça.
Fica o endereço - repito que está em experiência, depois não me venham azucrinar a cabeça a dizer que não meto nada. http://almendres.mypodcast.com/
Agradeço comentários e sugestões, até para perceber o que pode ser "notícia" no podcast dos Almendres.
quinta-feira, fevereiro 01, 2007
A verdade e o castigo
Notícia: Manuel Pinho voltou a causar um monumental embaraço ao Governo português. Ao afirmar no Fórum de Cooperação Económica e Empresarial Portugal/China, com que José Sócrates ontem iniciou a visita oficial àquele país asiático, que uma das cinco razões para os empresários chineses investirem no nosso país era a mão-de-obra barata, o ministro da Economia colocou os sindicatos e a Esquerda em sintonia num coro de protestos em Lisboa que ecoaram em Pequim e marcaram o primeiro dia da viagem. (in Correio da Manhã)
Reacção: O ministro já veio dizer que houve aproveitamento político e exagero por parte da oposição.
Dois pensamentos:
1º - Cada vez que Manuel Pinho abre a boca, nunca se sabe que asneira vai sair. São já uma boa colecção delas. O homem não tem emenda. Por isso, Sócrates poderia fazer o aproveitamento da situação para mostrar a porta de saída ao ministro.
2º pensamento - Afinal, não diz o ditado que "quem fala verdade não merece castigo"?
quarta-feira, janeiro 31, 2007
"Nós, os bêbedos"
Nunca achei piada aos Sampaio. Devo confessar aqui - local quase só reservado à legião das amizades - que o Sampaio Presidente sempre me causou irritação epidérmica. Muito mais os seus discursos. Pior quando tinha de trabalhar sobre eles. Felizmente, acentuo eu, já não precisamos mais de levar com ele. Com mais dez anos de mandato como Presidente da República, Sampaio chegaria, por certo, às portas do retorno da Monarquia.
Pior ainda que o Sampaio Jorge, é o Sampaio Daniel. Ora aí está personagem pela qual nunca nutri qualquer simpatia. Nunca gostei do seu discurso. Proibi-me de ler os seus livros às páginas madrugadoras de "Inventem-se novos pais".
Só que esta ideia estava muito bem guardada, cá no fundo, porque sempre que me atrevia a expressar a minha opinião sobre o psiquiatra Sampaio, logo um coro se levantava contra mim.
Agora, meus amigos, como dizia a minha avó, estou "de cavalo". Com o Sampaio Presidente arrumado, o Sampaio psiquiatra, acaba de assinar com letra bem legível o documento que o vota ao ostracismo cá pró lado dos Almendres. Para que me compreendam, deixo-vos extracto do texto publicado por Paulo Barriga no Correio Alentejo com respectivo link para leitura completa.
Já agora, vai um tinto?
Txt de Paulo Barriga
Txt de Paulo Barriga
"Nós, os bêbedos. Daniel Sampaio, pessoa que escreve livros ligeiros sobre assuntos pesados, é um tipo notável. O irmão do nosso ex. é uma pessoas que se tem em muito boa conta, muito atenta, e que escreve coisas muito sérias sobre o comportamento das pessoas, sobre a vida em família, sobre os tempos que correm, sobre a sociedade em que vivemos, sobre a educação das crianças, sobre a influência do meio físico e social na formação da personalidade... enfim, é uma Margarida Rebelo Pinto com algum requinte e, certamente, menos pêlos louros. Algumas pessoas compram os livros ligeiros de Daniel Sampaio. E há até quem seja reincidente em tal descuido. O conselho que aqui se deixa vai no sentido de se utilizar tais objectos com algum cuidado e seguindo as mais elementares normas de segurança próprias ao manuseamento de produtos tóxicos. Na última obra de Sampaio – que um amigo me fez chegar em fotocópia – debruça-se o autor, entre outras profundas superficialidades, sobre o consumo de álcool na adolescência e sobre a influência por mimetismo que os jovens decalcam no comportamento dos pais. Observa o “cientista” que existem, por igual, factores de ordem genética e cultural que explicam o abuso de álcool, mas que é o exemplo que se dá em casa que mais contribui para as bebedeiras precoces que os adolescentes gostam de apanhar entre amigos.E dá uma sugestão aos incultos progenitores indígenas: “devem, por isso, não beber ou beber com moderação, nunca surgindo embriagados junto dos filhos”. No entanto, não se esquece o sóbrio Sampaio e até compreende, que existem hábitos culturais muito enraizados que são difíceis de apagar: “É difícil dizer a um alentejano que seja abstémio, mas é crucial esclarecê-lo de que deve beber pouco, sobretudo se já tem descendentes”. Vem a bela pérola da psiquiatria de pechisbeque nas páginas 191 e 192 do último livro do salvador, intitulado Lavrar o Mar.Sampaio, ao que se depreende das suas doutas palavras, está em missão ou em vias de querer missionar o Alentejo no sentido de esclarecer esta gente bárbara para não beber à frente dos filhos. Preconceituoso embora persistente, o bom do Daniel conhece as dificuldades inerentes a uma empresa desta envergadura: é muito difícil convencer um alentejano a não se embebedar todos os dias. O investigador tem, por conseguinte, trabalho de campo adiantado e já concluiu coisas importantes: a) todos os alentejanos são bêbedos; b) embebedam-se à frente dos filhos; c) tem maus fígados, pelo que não é fácil convencê-lo a deixar de beber sem se correrem riscos de ordem física ou outros. E esse é também a sugestão que aqui lhe deixamos com muita intensidade e alguma pena: deixe de beber, senhor doutor, vai ver que as ideias lhe saem menos toldadas, menos arbitrárias, menos limitadas. Até lá, as pessoas deviam de ser salvas de ler os seus livros, pelo menos os alentejanos que, pelos vistos, não lhe merecem uma pinguinha de respeito."
segunda-feira, janeiro 29, 2007
Obreiros do futuro
Uma gélida manhã na planície. Sábado 27 de Janeiro.
Sócrates apresenta os vectores do que apelida "o futuro" do Baixo Alentejo.
Fala de Alqueva, Aeroporto de Beja, porto de Sines, IP8, IP2 e blá,blá, blá.
Os engenheiros de Alqueva, numa foto tirada por António Carrapato, e publicada no Cá do Alentejo, esperavam o primeiro.
Legenda da Foto: Sem esta equipa, Sócrates nunca apresentaria qualquer obra.
quinta-feira, dezembro 21, 2006
Natal
Experimentem fazer como este Pai Natal: Bebam um tintinho alentejano e depois leiam esta pérola do Pessoa. E será o vosso melhor Natal de sempre. Chove. É dia de Natal.
Lá para o Norte é melhor:
Há a neve que faz mal,
E o frio que ainda é pior.
E toda a gente é contente
Porque é dia de o ficar.
Chove no Natal presente.
Antes isso que nevar.
Pois apesar de ser esse
O Natal da convenção,
Quando o corpo me arrefece
Tenho frio e Natal não.
Deixo sentir a quem quadra
E o Natal a quem o fez,
Pois se escrevo ainda outra quadra
Fico gelado dos pés.
Fernando Pessoa
terça-feira, dezembro 12, 2006
Uma vida normal

Se eu percebesse de cinema, chegava aqui e atirava com propriedade que Joaquim Leitão é o realizador de “Uma Vida Normal”, filme que já vi há uma boa quantidade de anos e do qual só me lembro – não querendo, nem por sombras, desprestigiar a obra - pelo facto de numa passagem aparecer um dos personagens a ligar o rádio, sintonizado na TSF, onde uma pivot das notícias anuncia o meu nome com todas as letras “Paulo Nobre” em reportagem num incêndio qualquer ocorrido há pelo menos 850 anos.
Portanto, se me enganar no nome do realizador, desculpem-lá-qualquer-coisinha-que-não-foi-com-intenção. Até porque nem estou aqui para falar do filme. Apenas me interessa o título: “Uma Vida Normal”.
Devo dizer que só tenho uma vida normal há prái três anos, coisa assim, porque isto dos filhos obriga a sacrifícios tais que o meu avô se fosse vivo e me ouvisse dizer isto, lá do alto da sua experiência de 15 herdeiros, haveria de rebolar-se no chão a rir, para além de me retirar da lista dos entes a quem entregar os bens na hora da morte.
Há largos anos, muito antes de iniciar o curso de Vadiagem, variante Vinhos e Petiscos, mestrado na UNICER e doutoramento sobre Cereais e Frutos Aplicados no Fabrico de Matéria Cervejante concluído em Estrasburgo na famosa Académie de la Bière, há largos anos, dizia, que tinha optado por passar pela cama um máximo de quatro horas – cinco nas melhores noites. Sempre achei que a grande hora de deitar se situava entre as seis e meia e as sete… da manhã. Achei sempre que deveria haver um decreto que justamente decretasse proibição de acordar e levantar da cama antes do meio-dia.
Andei tantos anos pressionado para mudar de vida que só senti algum reconforto quando um dia acordei num quarto de hotel em Dublin, abri uma revista do Expresso que levara de Portugal quase quinze dias antes e me deleitei com uma entrevista do ministro das Finanças, à altura, Sousa Franco. Com a propriedade de um ministro, dizia que “um homem nunca deveria levantar-se antes do meio-dia” de modo a que tivesse um bom aproveitamento da noite, e fazia umas tantas considerações sobre a forma de arrumar um escritório: depositando papéis no chão, em pequenos montes, separados por meses. “Pode levar tempo a consultar, mas sabemos que está lá”, afirmava com palavras de homem sério, que valem mais que as de ministro.
Uma luz de esperança acendeu-se na minha alma. Finalmente alguém com sucesso na vida - que até era ministro e logo das Finanças – partilhava as minhas opiniões sobre arrumação e leis sobre “get up in the morning” - uma discussão que anda arredada da sociedade portuguesa. Logo depois pensei, algo horrorizado, aterrorizado até: “Se não me ponho a pau, ainda chego a ministro! Vá de retro!” – e bati três vezes na madeira da cama.
Bom, mas, fiquei tão estimulado por haver um ministro a pensar como eu que comemorei da melhor maneira, estando longe de pensar que da comemoração haveria de sair o mal de que agora me queixo: uma filha. Porque foi ela que me “obrigou” – com as devidas aspas – a passar a ter a vidinha típica do português comum, baseada na livre adaptação do ditado “deitar cedo e cedo erguer, porque amanhã é dia de trabalho”.
Pois dizia, que há três anos despontei para aquele tipo de vidinha que parece ser a da maioria dos portugueses. E fiz uma descoberta para a qual vou começar a contribuir com estudo científico a publicar mais tarde numa dessas revistas de renome mundial.
Já sei porque é que os portugueses lêem pouco. Nã, nã, nada tem a ver com o elevado preço dos livros e outras fórmulas, fábulas e tretas que os mais ou menos entendidos vendem por aí. Pura banha da cobra.
O portuguesinho não lê porque se deixa dormir. “O QUÊ???” – perguntam mentalmente na solidão do vosso escritório. Digo de novo: deixam-se dormir a ler. É por isso que não lêem.
Esta é uma constatação cuja configuração comecei a perceber justamente de há três anos para cá. A minha capacidade de leitura começou a ficar diminuida a partir do momento em que passei a exercer o “deitar cedo e cedo erguer, que amanhã é dia de trabalho” ao qual acrescentei “e tenho de levar a rapaziada à escola”.
Passei a levantar-me às sete da manhã, hora precisa a que o hábito me mandava deitar.
O pior foi depois. Quando, noite dentro, peguei nos livros, comecei a perceber, ao fim de três ou quatro noites, que apesar de várias horas pegado ao último romance de Lobo Antunes, a página era sempre a mesma.
Mudei de escritor, troquei de romance, peguei nos clássicos policiais – Le Carré à cabeça – e… nada. Pepetela ficou à espera. Nem Mia Couto, nem Sepúlveda, que me habituara a ler aos pares durante a noite. Nada.
O húngaro Sandor Marai é a última vítima da minha incapacidade. Já vou em quatro noites e não consegui passar da página 18. Ainda antes das duas da manhã, dou por mim encostado. Mão na cara. Cabeça pendente, quase a derrubar a jarra das flores secas que às vezes serve de apoio ao livro.
Dantes, quando entrava numa livraria, via livros. Para ler.
Agora, entro na FNAC e sinto-me ultrajantemente apaixonado por todas aquelas páginas que desconfio não ser capaz de levar à certa e consumar o acto amoroso de as despachar antes de chegar à cama. “Amo-vos a todas!!!, sejam minhas… para sempre!”, - afirma a minha imaginação em profundo deleite. Mas todas as noites elas me viram costas, acomodando-se por debaixo do manto soporífero que antes da entrada da madrugada me tolhe os sentidos.
Estou farto da minha “Vida Normal”.
quinta-feira, dezembro 07, 2006
Pergunto: "Dancez vous, Madame?"

O regresso à escrita estava há muito adiado, mas finalmente chegou o dia. E este não é um dia qualquer. É o dia em que Ségolène visita Portugal.
Perguntam vocês: “Quem é Ségolène?”
Em primeiro lugar devo dizer que se perguntam isso é porque andam a dormir há uns meses.
Em segundo, antes de responder, digo que escrever Ségolène é uma seca por causa dos dois acentos.
Finalmente dizer que Ségolène é a mulher que acaba com o paradigma das mulheres feias na política. Lembrem-se só de Ferreira Leite, de Maria Nogueira Pinto, Golda Meir ou Margaret Thatcher. Ou passem o olhar pelo Parlamento... é de fugir!
Pois Ségolène é a antítese daquelas todas e é a candidata socialista que irá disputar as eleições para a presidência de França no próximo ano.
Olhando para a futura inquilina (acredito eu) do Eliseu - com os seus cinquenta e poucos - apetece dar uma volta e convidar para um jantar romântico seguido de um pé de dança. "Dancez vous, Madame?", pergunto. Espero a resposta doce "Oh! Mais... oui monsieur. Avec plaisir!". Depois o apelido: Royal... hummmm! é melhor que o pudim...
É bonita. Sensual. Um sorriso enfeitiçante. Tem aquele “não-sei-quê” que dá a volta à cabeça de qualquer homem. Podem vê-la hoje, em Lisboa, junto à homenzarrada socialista. Vale mais que perder tempo a olhar a árvore de Natal da Praça do Comércio.
Apesar de tudo, não me iludo. Toda aquela beleza debaixo do animalesco fato político, pré-configura aquilo que muito provavelmente lhe vou chamar dentro de poucos anos: Um verdadeiro Diabo de saias. Platonicamente espero enganar-me.
P.S. - Lembrei-me agora e é bom fazer justiça: está na linha de Teresa Patrício Gouveia, a nossa mais sensual ministra de sempre.
segunda-feira, novembro 06, 2006
Até sempre...
Passei esta manhã pela Porta Nova. O Zé Luis não estava. No sítio do costume. Onde o vi a última vez.
Fui ao seu encontro. O último.
Cheguei um quarto de hora mais cedo. Ele era “o Zé das pressas”. Não quis atrasar-me.
A Cascata nunca mais será a mesma.
Forte abraço. Até sempre tio.
Fui ao seu encontro. O último.
Cheguei um quarto de hora mais cedo. Ele era “o Zé das pressas”. Não quis atrasar-me.
A Cascata nunca mais será a mesma.
Forte abraço. Até sempre tio.
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